Fragmentos desfragmentados
...E era ali, sentado no mesmo lugar é que podia-se encontra-lo... sempre da mesma forma. Esperava sem saber ao certo o que. Como a areia da praia fica sempre ali, esperando pelo mar que vem e vai... e da mesma forma como o mar abraça a areia despejando-lhe restos de tudo que não mais deseja, e repentinamente vai embora levando consigo não mais do que fragmentos, e distorcendo-lhe toda e qualquer forma que possa ter, sua espera se cessava e recomeçava novamente...
Escrito por Glauber às 22:55
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