Bad, bad server. No donut for you.
Essa foi uma mensagem que eu li algumas dezenas de vezes ontem... é fato, não tem mais como negar... e venho aqui e agora, assumir em público isso... sou viciado em Orkut !!!... foi horrível não conseguir acessá-lo ontem durante todo o dia !!!... mas porque esse sitesinho é tão viciante assim ?? nem é tão extraorinário quanto parece... mas é impressionante como o Orkut virou assunto em todos os lugares... em qualquer mesa de bar pode-se ouvir os assuntos sendo divididos entre as Olimpíadas de Athenas e o Orkut... acho que ele acaba suprindo várias necessidades obscuras e estranhas da pessoa... talvez ele satisfaça a necessidade de fama dos indivíduos, afinal, de uma forma ou de outra, é seu perfil que aparece ali na telinha, com seu nome e sua foto em destaque, com seus dados pessoais, profissionais e amorosos... é você sobre os olhares de uma grande massa... e como todo o ser famoso que se prese, você tem ali uma lista de pessoas que se declaram como seus fãs... alguns de fato são, outros você mal conhece e só estão ali para ter uma reciprocidade (sou seu fã, logo você deve ser meu fã também) falsidade, igualzinho ao mundo da fama !!!... e os testemunhos, aaah os testemunhos ... quem é que nunca assistiu ao quadro do Arquivo Confidencial do Faustão, onde os famosos vêem colegas, amigos e família falando do quanto eles são pessoas leagais e especiais, para todo mundo ouvir... os testemunhos acabam tendo o papel de ao menos amenizar a vontade que nós ficamos de ter um Arquivo Confidecial também... teoria meio estranha essa né !!! ... mas acho que deve ter um fundo de verdade...
Escrito por Glauber às 15:25
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Momento Musical
Engenheiros Do Hawaii
Quanto Vale A Vida
Quanto vale a vida de qualquer um de nós? ?quanto vale a vida em qualquer situação? ?quanto valia a vida perdida sem razão? ?num beco sem saída, quando vale a vida? são segredos que a gente não conta contas que a gente não faz quem souber quanto vale, fale em alto e bom som ?quantas vidas vale o tesouro nacional? ?quantas vidas cabem na foto do jornal? ?às sete da manhã, quanto vale a vida depois da meia-noite, antes de abrir o sinal? são segredos que a gente não conta (faz de conta que não quer nem saber) quem souber, fale agora ou cale-se para sempre ?quanto vale a vida acima de qualquer suspeita? ?quanto vale a vida debaixo dos viadutos? ?quanto vale a vida perto do fim do mês? ?quanto vale a vida longe de quem nos faz viver? são segredos que a gente não conta contas que a gente não faz coisas que o dinheiro não compra perguntas que a gente não faz: ?quanto vale a vida? nas garras da águia nas asas da pomba em poucas palavras no silêncio total no olho do furacão na ilha da fantasia ?quanto vale a vida? ?quanto vale a vida na última cena quando todo mundo pode ser herói? ?quanto vale a vida quando vale a pena? ?quanto vale quando dói? são coisas que o dinheiro não compra perguntas que a gente não faz: ?quanto vale a vida?
Escrito por Glauber às 09:42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
"As possibilidades de felicidade são egoístas" - Eu voltei
Isso aqui tá um abandono mesmo... eu sei... não vou culpar o Orkut, não vou dizer que estou sem tempo... mas sei lá... não tá fluindo o texto utimamente... já iniciei um novo post umas 5 ou 6 vezes... mas em nenhuma delas consegui terminar !!... mas mesmo sem conseguir escrever, eu ainda conseguia pensar... e passei uma boa parte dos utimos dias pensando em porque o mundo ainda é um lugar bom para se viver... pensei nisso por ter ouvido muita coisa e de muita gente dizendo que o mundo está de fato perdido... que as coisas pioram a cada dia... que as previsões para o futuro são desanimadoras... triste né... mas quem ai descorda ?? é a lógica .... é o obvio... é o evidente... só não ve quem não quer... vivemos de fato em um mundo completamente errado !! tá... mas e então... sendo assim, não podemos jamais ser felizes ... certo ??? ... mas somos mesmo assim... não completamente é claro... mas conseguimos sorrir, conseguimos cantar, conseguimos nos sentir bem, conseguimos viver... por que ?? como ??... seria por alienação ?? ignorando a existencia do mundo ao nosso redor ?? ... provavelmente... pode parecer (e é) egoísta... mas não vejo uma forma de se manter feliz mantendo uma conciencia coletivo constante... para ser feliz é preciso olhar para si... ao que gira em torno do seu próprio umbigo.. nas pequenas coisas, que te fazem bem mas não fazem a menor diferença em um contexto que possa ser considerado social... a felicidade é egoísta !! e não critico isso... temos que ter essa capacidade de ser egoístas... pensarmos em nós e não no resto, ou ficamos malucos e infelizes !!... o que nos move então ?? o que seriam essas pequenas coisas, pertencentes exclusivamente ao nosso mundo, que tem o poder de nos porteger do contexto absurdo no qual vivemos ??... o fato de poder ouvir Beatles, mesmo depois de décadas da banda ter terminado, o fato de se sentir bem por conta de um sorriso sincero que você arranca de alguém, um testemunho no orkut, acordar de bom humor, ver seu cachorro fazendo festa quando você chega, saber que alguém sente sua falta, sentir o cheiro do seu prato predileto sendo preparado, ver um bom filme, se sentir bem ao lado de alguém, se levantar depois de um tombo feio, uma noite quente com lua cheia, etar com um grupo de amigos de verdade... enfim... coisas pequenas, que são ridiculamente inexpressivas para uma humanidade... mas fazem bem para você e para aqueles que fazem parte do seu pequeno mundinho !!!
Escrito por Glauber às 17:07
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Nada original...
Achei esse texto no Pensamentos Imperfeitos (http://pensamentos.zip.net)... achei muito louco e copiei mesmo !!
"O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova York; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba."
[Paulo Mendes Campos]
Escrito por Glauber às 17:48
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Efeito Borboleta
"O bater das asas de uma borboleta, pode causar um furacão do outro lado do mundo" (teoria do Caos)
E assim começa o filme, que a cada cena me impressiona mais pela abordagem de coisas que vira e mexe passam pela minha cabeça !!!
Engraçado como pequenos fatos podem, a longo prazo, causar mudanças de grande porte em nossas vidas... ao ler essas palavras, de alguma forma você pode estar determinando boa parte do seu futuro e do futuro de diversas pessoas que vivem ou viverão ao seu redor !!... baseado nisso, certa vez, com cerca de 15 anos de idade, desenvolvi uma teoria que pregava a existência de diversas realidades paralelas... seriam infinitos unversos, passando cincronizadamente pelo mesmo momento na história, só que com o contexto diferênciado pelas combinações de caminhos diferenciados, tomados por aqueles que habitam o universo... piração né... coisas de moleque que lê gibi demais... só que, mal sabia eu que já existia uma teoria que abrangia tudo isso e muito mais... a Teoria do Caos !!!
Quem nunca parou pra pensar "poxa vida, se eu tivesse feito isso, aquilo não seria assim"... quem garante ? quantas vezes não pensamos isso, e o tempo se encarregou de mostrar que estavamos errados ?!?!... e o filme aborda justamente isso !! mesmo que se possa voltar no tempo e fazer as coisas como achamos que deveriam ser feitas, é impossível ter um previsão exatamente correta de que as coisas ficariam como gostarímamos ... não temos condições de saber exatamente oque é melhor pra gente, porque não sabemos quais os caminhos a nossa vida vai tomar... ao tomar uma decisão, nos privamos de outras milhares de hipóteses boa e ruins... e só temos uma oportunidade para escolher qual decisão tomar... as vezes erramos achando que acertamos e as vezes acertamos achando que erramos... nunca saberemos ao certo se cada decisão que tmoamos é de fato certa ou errada...
Voltando a teoria: em um universo paralelo, nesse exato momento, você pode estar casado com aquela garota pela qual você passa direrto na rua (cena que acontece no filme), você pode ser milionário, você pode nem se quer estar vivo, você pode estar fazendo uma coisa que odeia, você pode estar em um lugar ao qual vc nunca irá durante toda a sua vida... ou seja, segundo a teoria, tudo é possível... tudo é uma questão de tomar a decisão !!
Escrito por Glauber às 19:08
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|